CENA XIX
JOSEFINA, JOSÉ, depois o ALFERES
JOSÉ -- Psit! Psit, Josefina,
Aqui estou, mulher divina!
Pois que adorar-te é meu fraco.
JOSEFINA -- Pois não estás no saco?
ALFERES (Aparecendo.) -- Psit! Psit, ó menina!
Aqui estou, huri divina!
Pois adorar-te é meu forte!
JOSEFINA -- Também escapou à morte?
(Assustando-se.) Escondam-se!
ALFERES e JOSÉ -- Oh! (Desaparecem ambos, forte na
orquestra.)
JOSEFINA -- Vivants tous deux, ces farceurs de turcs m `ont fait
poser! (Entra Custódio um pouco embriagado.)
ARTUR DE AZEVEDO - BIOGRAFIA RESUMIDA
Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo (São Luís, 7 de julho de 1855 - Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1908) foi um dramaturgo, poeta, contis...
-
Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo (São Luís, 7 de julho de 1855 - Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1908) foi um dramaturgo, poeta, contis...
-
Cena IV Barnabé, depois Sampaio (Barnabé entra correndo e também disfarçado.) BARNABÉ - Uf! Eis-me enfim em Maria Angu... ...
-
Cena XVI Os mesmos, o Escrivão, Soldados ESCRIVÃO - Prendam esta senhora! CORO - Céus! BITU - Isso não quero eu! ...